segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Mitologia - Lissa / Nix / Orion / Tifão

Lissa

Filha de Nix (a noite) Lissa e a deusa grega da loucura irmã de: Éter, Éris, Hemera, Hespérides, Apáte, Filótes, Geras, Momo, Oizus, Morfeu, Lete, Até Nêmesis, Kera e Moro.

Nix

A deusa grega Nix era a personificação da noite. Uma das melhores fontes de informação sobre aquela deusa provém da teogonia de Hesíodo. Muitas referências são feitas a Nix naquele poema

que descreve o nascimento dos deuses e deusas gregos. A explicação é simples. A Noite desempenhou um papel importante no mito como um dos primeiros seres a vir à existência.

Hesíodo afirma que a Noite era irmã do Caos, o que a torna uma das primeiras criaturas a emergir do vazio. Isso significa que Nix era irmã de algumas das mais antigas divindades da mitologia grega, incluindo Erébo, Gaia e Tártaro. Dessas forças primordiais sobreveio o resto dos deuses e deusas gregas. E Nix era responsável por dar origem aos filhos divinos.

Nix deu origem a um número de crias. Algumas dessas crianças da Noite eram Éris (a Discórdia ou Altercação), as moiras (Cloto, Lachesis e Atropos), Nêmesis, a ética, o éter , o dia, o destino, as queres, a miséria,os sonhos, os irmão gêmeos Hypnos (Deus do sono) e Thanatos (Deus da morte). Conquanto esses seres nasceram de deusas isoladas, sem um pai, Nix também teve filhos do deus Erebus. Dele, a divindade deu à luz Éter, o ar e Hemera, o Dia.

Em sua Teogonia, Hesíodo também descreve a residência proibida da Noite:

Lá também está a melancólica casa da Noite;

nuvens pálidas a envolvem na escuridão; Antes delas, Atlas se porta, ereto, e sobre sua cabeça, com seus braços incansáveis, sustenta firmemente o amplo céu, onde a Noite e o Dia cruzam um patamar de bronze e então aproximam-se um do outro


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Nix é uma deusa primordial, nascida do Caos, sendo segunda mais velha filha deste. Nyx foi a segunda criatura a emergir do vazio. Isso significa que Nix era irmã de algumas das mais antigas deidades do mito grego, incluindo Erebo (a Escuridão), Gaia (a mãe Terra) e Tártaro (Trevas abismais) e Eros (o amor da criação). Dessas forças primordiais sobreveio o resto dos deuses e deusas gregas.

Nix foi responsável por dar origem a muitos filhos divinos. Personificava a noite como divindade feminina. Uma das melhores fontes sobre esta deusa provém da Teogonia de Hesíodo. Muitas referências são feitas a Nyx nesse poema que descreve o nascimento dos deuses e deusas gregos. E explicação é simples. Nyx desempenhou um papel importante no mito como um dos primeiros seres a vir à existência. Na tradição Órfica, todo universo e demais Deuses primais nasceram do Ovo Cósmico de Nyx.

Nyx, cuja raiz é o indo-europeu - Trevas superficiais ou A Noite. Habita o extremo Ocidente, além do país dos Cimérios, enquanto Érebo personifica as trevas subterrâneas e superiores ao manto da Escuridão eterna, superiores supremas.

Nyx percorre o céu, coberta por um manto negro, sobre um carro puxado por quatro cavalos negros e sempre acompanhada das Queres. Certos poetas a consideram como mãe de Urano e de Gaia; Hesíodo dá-lhe um lugar entre os filhos do Caos com o posto de Mãe dos Deuses, porque sempre se acreditou que a Nyx e Erebo haviam precedido a todas as coisas. Nix é a patrona das feiticeiras e bruxas, é a Deusa dos segredos e mistérios noturnos, rainha dos astros da noite. Homero se refere a Nyx com o epíteto "A domadora dos Homens e dos Deuses", demonstrando como os outros Deuses respeitavam-na e temiam esta poderosíssima deidade.

Nyx, assim como Hades, possuía um capuz que a tornava invisível a todos. assistindo assim ao universo sem ser notada. Foi Nyx que colocou Helios entre seus filhos (Hemera, Eter e Hespérides); quando os outros Titãs tentaram assassinar Helios. Zeus tem um enorme respeito e temível pavor da Deusa da Noite, Nix. Os filhos de Nyx são a Hierarquia em poder para os Deuses, sua maioria são divindades que habita o mundo subterrâneo e representam forças indomáveis e que nenhum outro Deus poderia conter. Em uma versão, as Erínias seriam filhas de Nyx (Ésquilo), Nix era cultuada por bruxas e feiticeiras, que acreditavam que ela dava fertilidade a terra para brotar ervas encantadas, e também se acreditava que Nix tinha total controle sobre vida e morte, tanto de homens como de Deuses.

Nix aparece ora como uma deusa benéfica que simboliza a beleza da noite (semelhante a Leto) e ora como cruel deidade Tartárea, que profere maldições e castiga com terror noturno (Hecate e Astéria). Nix é também uma Deusa da Morte, a primeira rainha do mundo das Trevas. e Nix também tinha dons proféticos, e foi ela quem criou a arma que Gaia entregou a Crono para destronar Urano. Nix conhecia o segredo da imortalidade dos Deuses podendo tirá-la e transformar um Deus em mortal, como ela fez com Crono apos este ser destronado por Zeus.

Desposou Érebo, seu irmão, de quem teve o Éter (luz celestial) e Hemera (Dia). Mas sozinha, sem se unir a nenhuma outra divindade, procriara o inevitável e inflexível Moros (as Sortes), Kera (destina o tipo de morte o destino do homem em seus momentos finais), a Tânatos (Morte), Hypnos (o Sono), Oniro (a legião dos Sonhos), Momo (escarnio), Oizos (miséria), as Hespérides (Tarde), guardadoras dos pomos de ouro, as desapiedadas Moiras (Deusas do destino), a divina Nêmesis (Deusa da retribuição), Apate (engano,fraude), Filotes (amizade) , Geras (velhice) Éris (Discórdia) Limos (a fome), Ftono (inveja), Ênio (Belona, deusa da carnificina) Lissa (a loucura) e Caronte o barqueiro do rio Aqueronte do mundo dos mortos (que transporta as almas dos mortos entre o mundo dos vivos para o mundo dos mortos - o Rio Aqueronte na verdade era o Deus Erebo que foi precipitado em rio sinistro de Hades como forma de castigo por Erebo ter apoiado os Titãs contra os Olimpos, Nix o castigou) a fronteira dos dois mundos; em resumo, tudo quanto havia de doloroso na vida passava por ser obra de Nix, a maior parte dos outros descendentes de Nix nada mais são que conceitos e abstrações personificados; sua importância nos mitos é muito variável.

Algumas vezes, a exemplo de Hades, cujo nome evitava-se de pronunciar, dão a Nix nomes gregos de Eufrone e Eulalia, isto é, - Mãe do bom conselho. Há quem marque o seu império ao norte do Ponto-Euxino, no país dos Cimérios; mas a situação geralmente aceita é na parte da Espanha, - a Esméria, na região do poente, perto das colunas de Hércules, limites do mundo conhecido dos antigos. Quase todos os povos da Itália viam Nyx ora com um manto volante, recamado de estrelas, por cima de sua cabeça, ou com um outro manto azul e archote derrubado, ora representada por uma mulher nua, com longas asas de morcego e um fanal na mão. Representam-na também coroada de papoulas e envolta num grande manto negro, estrelado. Na mitologia grega a papoula era relacionada a Hipnos, o deus do sono, pai de Morpheu e filho de Nyx -que a tinha como planta favorita e, por isso, era representado com os frutos desta planta na mão. Há também uma relação entre a papoula e a deusa Nix. Deusa da Noite, filha do Caos, é na verdade a mais antiga das divindades. Freqüentemente, ela é representada coroada de papoulas e envolta num grande manto negro e estrelado. Às vezes num carro arrastado por cavalos pretos ou por dois mochos, e a deusa cobre a cabeça com um vasto véu semeado de estrelas e com uma lua minguante na testa ou como brincos.

Muito freqüentemente colocam-na no mundo subterrâneo, entre o Hypnos e Tânatos, seus dois filhos. Algumas vezes um menino precede-a, empunhando uma tocha, - símbolo do crepúsculo. Os romanos não a punham em carro, e representavam-na ociosa e sempre adormecida. É muito rica em todas as potencialidades de existência, mas entrar em Nix é regressar ao indeterminado, onde se misturam pesadelos, íncubos, súcubos e monstros. Símbolo do inconsciente, é no Hypnos de Nix que aquele se libera.

Hemera e as Hespérides nasceram para ajudar Nix a não se cansar, assim nasceu o ciclo diário, Hemera tras o dia (relaciona com Eos que traz a aurora e Helios o Sol) ; as Hespérides trazem a tarde, (relaciona com Selene do luar) e Nyx traz a absoluta Noite, todas estas deidades em conjunto conduzem a dança das Horas; complementando estes ciclos temos outros Deuses de outras linhagens, como as Horas que representam ciclos mensais e anuais; Leto e Hécate que recebem o legado de Nyx como deidade da noite. As moiras, filhas de Nix (Cloto, Laquesis e Atropo); são outra continuidade dos poderes gigantescos de Nyx do negro véu...

Nix e o mundo de Sandman

Nos livros de Neil Gaiman referentes ao personagem Sandman ( ou Morfeus ), aparecem inumeras referencias aos filhos da noite, como sendo perpétuos. Os perpétuos são: Sonho ( Sandman), Desejo, Destino, Desespero, Delirium, Morte e Destruição. Os perpétuos seriam, inclusive, superiores aos deuses e passaram a existir antes deles. Tal referencia pode ser tomada da mitologia greco-romana de que a noite foi um dos primeiros seres a existir (sendo filha do Caos e Érebo segundo algumas versãos ou o primeiro ser, que deu a luz a Fanes), sendo assim, seus filhos ( os perpétuos no caso ) seriam anteriores aos próprios deuses. Alguns dos perpétuos são claramente referencias aos filhos da noite, como o Destino, Sonho, Desespero e a Morte. Porem outros como fazem referencias mais sutis, como Delirum ( sendo uma personagem referente a Momo) e Desejo ( sendo muito ligado a Discordia )

Orion

Na mitologia grega, Orion era um gigante caçador. Formas portuguesas mais comuns são Orião e Orionte. De seu mito há várias versões . Segundo a mais comum delas, Orion era filho de Poseidon e de Gaia . Recebeu de seu pai o dom de andar sobre as águas, e de sua mãe o tamanho gigantesco. Dotado de beleza extraordinária ,era cobiçado pelas mulheres e pelas deusas.

Casou-se inicialmente com Side, que se dizia ser a mais bela de todas as jovens da Grécia antiga. Mas Side era orgulhosa e gabava-se de ser mais bela ainda do que as imortais, mais bela do que a própria Hera . Ciumenta, Hera vingou-se e precipitou a jovem do cimo das montanhas do Tártaro, matando-a. Tendo perdido a esposa, Orion perambulou perdido pela Terra.

Certo dia, foi chamado por Enopião , rei de Chios, para acabar com as feras que haviam invadido seu reino. Tendo terminado o serviço, conheceu a jovem Mérope , filha de Enopião. Mal se viram os jovens apaixonaram-se. Porém o pai de Mérope era contra o casamento, e criou uma armadilha ao gigante. Enopião, que significa "o que bebe vinho", em grego, conseguiu embebedar o jovem . Quando este já estava dormindo, o rei cegou-o e expulsou-o do reino. Foi achado por um garoto, que se sentou em seus ombros e o guiou até o Sol Nascente . Quando Eos ,a Aurora, o viu apaixonou-se por ele e curou-o, dando-lhe novamente a visão. Os dois foram morar na ilha de Delos .Os dois viveram algum tempo juntos, porém o amor deles não durou muito, e Orion partiu para novas conquistas.

Em suas viagens, conheceu Artemis, a deusa da caça, com quem criou forte amizade. Logo o caçador se apaixonou pela deusa, e, segundo dizem alguns autores, Artemis tambem se enamorou dele, apesar disso ser motivo de controvérsia. De qualquer forma a amizade dos dois gerou fortes ciúmes em Apolo, que um dia enviou um enorme Escorpião para matar o gigante. Apesar de o caçador estar habituado a esmagar estas criaturas, este era maior que Orion, além de possuir uma couraça que a espada do gigante não conseguia atravessar. Houve uma feroz batalha, que acabou com a morte de Orion.

Inconformada, Artemis pediu a seu pai, Zeus, que o revivesse. Zeus se recusou, mas acabou por transformar Orion em uma constelação, colocando-o nos céus. Transformou também o Escorpião, mas,temeroso de que os dois lutassem, Zeus colocou-o no canto oposto do céu,de forma que quando um ascendesse, à noite, o outro descendesse, e nunca estivessem juntos no céu.

Outras versões contam que quem enviou o escorpião foi a própria Artemis, pois Orion havia tentado estuprá-la, ou Gaia, pois o gigante havia prometido acabar com todos os animais selvagens da Terra. Há ainda a versão que diz que a morte do caçador nada teve a ver com escorpiões. Apolo, viajando por uma praia com sua irmã, e sabendo que o caçador estava nadando nas proximidades, desafiou Artemis a acertar com uma flecha um pequeno ponto no mar. Impecável na pontaria, a deusa da caça acertou em cheio o ponto, na verdade a cabeça de Orion , matando seu grande amor. Colocou-o então no céu, para ter sua lembrança por toda a eternidade. Esta versão não explica o fato do escorpião e o caçador nunca se encontrarem, e por isso a outra é mais aceite.

Orion está no céu sempre a perseguir uma lebre, acompanhado por Sírius, que segundo alguns é seu cão, uma pele de leão e com uma espada no cinto.

Tifão

Tifão , deus grego da seca (filho de Tártaro e de Gaia), simbolizava o elemento Ar em sua forma mais furiosa, os furacões. Foi criado em Delfos e era inimigo hereditário dos deuses, principalmente de Zeus, por que mantinha um ódio cruel. (Há versões que contam que Hera, a esposa de Zeus, foi ludibriada por Gaia, visto Gaia saber que a deusa queria destronar o marido. Hera teria recebido uma semente de Gaia, e tendo plantado esta, teria nascido Tifão da terra.) Tifão era maior que todas as montanhas e o corpo, cercado de plumas, era rodeado de serpentes (Há versões que dizem que seus dedos eram cabeças de dragão com línguas pretas, que soltavam centelhas de fogo pelos olhos e gritos de animal selvagem.) Hesíodo descreveu-o para nós: braços poderosos, pés infatigáveis, cem cabeças de serpente com línguas negras e olhos que expeliam fogo, e de todas as cabeças saiam simultaneamente terríveis sons (Hes.Th. 823-835). Outra referencia: Tifão era tão alto que a sua cabeça batia nas estrelas, os braços enormes bloqueavam os raios do sol, e carvões em brasa saíam da sua boca. Havia um dragão de cem cabeças com línguas escuras em seus ombros, e dos seus olhos labaredas dardejavam. Sons estranhos provinham dessa cabeças. Algumas vezes os deuses podiam entendê-los facilmente, mas em outras pareciam os berros de touros enfurecidos. As vezes, rosnavam como leões, no momento seguinte, como cachorrinhos.

Uniu-se a Equidna e foi pai de todos os monstros: do cão de 3 cabeças Cérbero, do lobo (ou cachorro) de 2 cabeças Ortro, da esfinge, do dragão de 100 cabeças Ládon, do dragão da Cólquida (que guardava o velocino de ouro), da hidra, de Ethon (a águia que comia o fígado de Prometeu)e da Quimera. Descontente com a derrota dos gigantes, Gaia pediu a Tifão que se insurgisse contra Zeus. Quando os deuses viram Tifão avançando em direção ao Olimpo, fugiram aterrorizados para o Egito, onde tentaram se esconder no deserto transformando-se em animais. Zeus tornou-se um carneiro, Apolo um corvo, Dionísio uma cabra, Hera se transformou em uma vaca, enquanto Afrodite tornou-se um peixe, e Ares um porco. De todos os deuses, somente Atenas teve coragem de permanecer com a sua própria forma.

Repreendido por ela por sua covardia, Zeus, por fim, resolveu combater o monstro. Enviando um raio contra Tifão, avançou contra a horrível criatura no Olimpo girando a foice que tinha utilizado para castrar seu avô, Urano. Mas os dois se defrontaram, Tifão facilmente desarmou Zeus e usou a sua arma para remover arrancando-lhe os nervos essenciais da consciência e os tendões dos pés e dos braços do deus. Então arrastou-o impotente e veio a trancá-lo na caverna de Corician, na Sicília, onde o imortal Zeus permaneceu incapaz de mover-se, guardado pela ira de Tifão, envolveu os músculos de Zeus em uma pele de urso e confiou-os a Delfina, uma monstra com língua de serpente, algumas vezes dita ser a própria monstra um dragão. (Há referencias que dizem que Tifão perseguiu Zeus por muitos anos e, mesmo ferido por Zeus, fez o acima citado.)

Depois, Hermes, juntamente com Pan, para evitar o desastre, recorreram a um estratagema. Entraram secretamente na caverna onde Zeus permanecia cativo e, , conseguiram vencer Delfina, fazendo-a adormecer com uma flauta (Outras versões dizem que Pan teria-a assustado fazendo um enorme barulho, visto a palavra pânico derivar justamente desta habilidade de Pan). Hermes, o médico e deus dos ladrões, descobriu que os tendões tinham sido escondidos e os costurou nos membros de Zeus. Mas o combate continuou.

Zeus retomou imediatamente ao Olimpo. Montado numa biga puxada por cavalos alados, travou luta mais uma vez com Tifão. Este arremessou montanhas inteiras contra Zeus, mas o deus usou seus raios para fazer as montanhas voltarem contra o seu arremessador. Tifão fugiu e Zeus o perseguiu.

Zeus enfrentou-o com seus raios e trovões, e a violenta luta fez tremer o céu, a terra, o mar e abalou o próprio mundo subterrâneo. Venceu-o com dificuldade e atirou-o também ao Tártaro (Versões dizem que Zeus soterrou Tifão sob o Monte Etna, Hefesto (Vulcano) colocou-lhe sobre suas cabeças pesadas bigornas, impedindo-o de libertar-se. Esta foi a única vez que Júpiter (Zeus) chegou perto da derrota. e este seria o motivo da atividade vulcânica do local). E, depois dessa, Gaia finalmente sossegou... De acordo com Hesíodo, Zeus atirou Tifão no Tártaro. Lá, diz Hesiodo, Tifão permanece tão perverso quanto sempre. Em Tártaro, Tifão toma a forma de ventos furiosos que fustigam as tempestades do mar, dispersando os navios, matando marinheiros, trazendo morte e destruição às terras costeiras.
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